sábado, 20 de fevereiro de 2010

Um olhar da janela

Mas que covardia! Eu querendo ir além, e você me faz ficar aqui, eu querendo saber mais, e você me obriga a supor, eu querendo abrir a porta, e você me obriga a olhar pela janela! Eu querendo correr pelo campo, e você me prende no castelo, eu querendo andar descalço, você nem me deixa paralisado, eu querendo suspirar, e você me faz prender a respiração. Vai, abre mão, acha outro pra brincar de faz-de-conta, enquanto eu pulo a janela, na marra, você fica aí cheio de máscaras!

Nenhum comentário:

Postar um comentário