Hoje especulei sobre a razão e a capacidade de pensar antes de proferir qualquer palavra que seja. Também sobre o não-pensar, a espontâneidade ao falar e agir... E não podia faltar o amor, as paixões! E os ideais? Foram mencionados! Atrasos, acasos, antigos e novos casos. As vontades, os segredos, os desejos! O tempo... ah, o tempo! Aquele que nos matamos e ele acaba nos enterrando.
Tentamos dominá-lo, infeliz tentativa; ele deve ter sido imaginado por um desordenado das ideias que pretendia fazer-nos prisioneiros e dependentes. Mas fazer o que? Quando menos esperamos inúmeras horas, dias, semanas, meses [...] têm-se passado! Então, de acordo com esse malvado, não poderia ter tirado um cochilo no sofá, nem jogado conversa fora [ou seria dentro?]. Tá vendo? tempo desonesto, nunca correndo ao meu favor!
Agora, milhões de coisas pra fazer :/
Boa noite, até quando meu tempinho estiver pseudo-dominado!
A pura verdade! :T
ResponderExcluir'tempo desonesto, nunca correndo ao meu favor'
PARABÉNS! ;*