Chama viva
Corre acesa
Queima aqui
dentro
o Mar
domingo, 19 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Um dia desses, corrido como outro qualquer, a saudade resolveu mandar lembranças e deixou até um postal. Era de longe, muito longe, e dizia que sentia saudade de mim, saudade da saudade que eu senti, saudade da saudade que eu deixei pra trás. E quase me preocupei, imaginando se teria a saudade derramado lágrimas de distância, se teria a saudade sentido a dor da falta. Mas pensando eu cá com meus botões, a saudade deve ter arrumado outro pra sentir. Então, sorri. Sorri sem saudades, sem anseios, somente com um postal na mão.
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